Vila Isabel escolhe samba-enredo para o Carnaval 2027 após juntar duas obras finalistas
Vila Isabel escolhe samba-enredo para o Carnaval 2027 após juntar duas obras finalistas A Unidos de Vila Isabel escolheu, na madrugada deste sábado (12), o sa...
Vila Isabel escolhe samba-enredo para o Carnaval 2027 após juntar duas obras finalistas A Unidos de Vila Isabel escolheu, na madrugada deste sábado (12), o samba-enredo que vai embalar o desfile da escola no Carnaval de 2027. A decisão aconteceu em uma quadra lotada, na Zona Norte do Rio, depois de uma disputa que chegou à final com três obras. Depois das apresentações dos três finalistas, a direção da Vila Isabel decidiu unir duas das obras que estavam na disputa. O samba que vai representar a escola na Sapucaí em 2027 nasceu da junção dos sambas 5 e 13. A composição reúne Paulo César Feital, Gustavinho Oliveira, Thales Nunes, Danilo Garcia, Júlio Alves, Marcelo Martins, Gabriel Simões, Martinho da Vila, Evandro Bocão e André Diniz. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop. Antes do anúncio, alas da escola e o casal de mestre-sala e porta-bandeira Raphael Rodrigues e Dandara Ventapane se apresentaram para o público. Vila Isabel escolhe samba-enredo para o Carnaval 2027 após juntar duas obras finalistas Reprodução/TV Globo A rainha de bateria Sabrina Sato, que ocupa o posto desde 2011, também participou da festa. Grávida, ela marcou presença na quadra durante a escolha do samba. Enredo A Vila Isabel vai levar para a Marquês de Sapucaí o enredo "Torto Arado - Sobre a terra há de viver sempre o mais forte", desenvolvido pelos carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora, com pesquisa de Vinícius Natal. O enredo é inspirado no livro Torto Arado, escrito por Itamar Vieira Junior, que conta a história das irmãs Bibiana e Belonísia, descendentes de trabalhadores rurais que vivem na região da Chapada Diamantina, na Bahia. A narrativa aborda temas como ancestralidade, a população quilombola e a religiosidade do Jarê, manifestação tradicional da região.